quarta-feira, 26 de maio de 2010

Te-cutuco-não-cutuco-te-cutuco-não-cutuco

É correto o que a vó Cecília me ensinou: quanto mais a gente faz, mais faz. É preciso estar em movimento. É preciso produzir esses momentos de luxúria criativa: porque quanto mais, mais. Nem a pedra fica parada. Ela faz alguma coisa, que é guardar a história. E a felicidade é ativa, desde a Ética a Nicômaco de Aristóteles até os saudosos cafés na casa da avó, falecida em 93.

Pelo menos aprendi. A minha irmã também repete: A gente tem que se mexer, tem que se mexer, tem que se mexer. E é nesse samba que eu vou. Só descanso de uma coisa fazendo outra.