Lendo o Suplemento Literário de Minas Gerais, no sol, de Lajeado a Porto Alegre, de repente me deu uma saudade de mim. Da poeta que não fui, não porque não fui poeta, mas da poesia abortada em arquivos velhos de alguns anos e muitos artigos lidos atrás. O quanto a gente escreve e nunca sairá em livro, e continua ali, feito e desterminado. Então decidi recuperar uns textos desses, que aí vão, esses dois. Fruto do saudosismo, da pressa e do engarrafamento.