domingo, 12 de janeiro de 2025

O pilsen não compensa § 8

 

mas o mar

 

mas o mar mas o mar é das barracudas cheias de dentes e mordem doído o mar é da gente e aguente o seu cheiro o seu choro na mata é tão lindo é da lua da lua da lua pra quem tem ouvido bem vivo ele canta ele sente é a mãe da lua é a mãe da lua é a mãe da lua ele é manso ele é lindo ele é ganso que isso ele é bruto ele é brabo um ganso é o cão é o taco ele não é manco nem crasso ele sabe é lua da lua da lua vermelha e mergulha no olho amarelo da ave urutau não faz mal não faz mal não faz mal fica triste é tão triste ele chora é igual um bebê a coruja da cuja da grua e da garatuja é griô e embalou um filho ninou carinhou cunhou no caminho e na unha fez mãe e fez manha e escondeu o sol porque brilhou e a gente é pra brilhar e brincar e brincou brincou brincou brilhou o brinco dela e a vela e a barriga dela é da barriguda da barracuda é o mar mas o mar mas o mar mas o mar é da gente e ela é crente é de gente doente é demente é um mar um peixe cheio de dentes o tal urutau canta igual a uma criança uuuuuua-uuuua-uuua-uua-ua não é mau ele canta pra lua pra lua pra lua abaixo da lua é o mar mas o mar não é casa da mãe da lua sua asa se guarda na mata é a mãe da musa é a manta tá cheia de dentes e canta do barro levanta é o que brilha no manto de peixes na beira do lago no seio do mato é de prata no beijo do seixo do galho e no talho do velho e do vário que vive e revive e reconta o que monta no colo do carrossel esse mel no riso de são miguel e de são francisco faz canção onde tem missão não atola não esse pé no barro do barro levanta é a prata encanta é vigia atalaia o balaio de peixes bem cheio tainha a talha é linda sabes não sabes ó tó-ió-ió tó pra ti que não sabes como é o veneno da serpente o brilho da coral dessa gente atraente que dança e redança o desenho a grafia da dança que estronda não mata não mata não mata não não mata não mata não mata não a água lotada desses animais ela vive no brejo e você sabia que se misturar essas duas colheres de leite em pó a cara dela ó a cara do cara fala sério olha que vídeo bom chegaram as chuvas e com elas também vieram os sapos os cantos os mantos de prata pura os príncipes dos encantos olha quem são os principais oficiais o final é o melhor os príncipes são tais quais os sapos cururus cururus cururus cantando o que é o que é quem morreu muito bem nesse vídeo é ateu é de ver a menção reação da multiplicação huuuuuua-uuua-uua-ua-ua como ela tranca a porta desesperada e vem pra dentro a menina alada engraçada armada a mãe dela mandou esse vídeo ela sabe ela sua ela veste prata e veste a tranca e bota a banca e bota batom e desbanca desesperada choquita falida frustrada isso é até engraçado como essas crianças têm medo dos sapos e de pererecas panquecas com rimas sem rinha são as piadinas as pulgas as urcas as pagas as pressas promessas são delas são elas e têm um meio no meio o recheio porque a cara desses bichos não bota muito medo mas o bom do bom do bombom do bom bocado não é porque esses bichos são feios assim que a gente tem que matá-los e matá-los e matá-los maltratá-los não então é bem bom ensinar às crianças uuuuuua-uuuuua-uuuua-uuua lembrar a importância desses animais os carinhas aqui são os tais um milhão de sapos seriam cercados caso essas serpentes dementes contentes tivessem sobrevivido um milhão de banhos banidos maridos vendidos e bom que bom e bom que bom que bombom do bom recado a importância dos sapos é que eles são controladores de pragas que salvam a gente todos os dias porque eles comem os animais que podem realmente ser fatais e nos fazer mal no natal e na paz da páscoa essa lista de pragas comidas por cobras por sapos por sobras os cururus cururus cururus dos atuns e da musa urutu do salmão aleijão só que não só que não só que não do seu japa o ômega três na sopa a salada e da musa moderna a seresta e a mata o sapo o leitão nem se fala então se ganesha ganesha ganesha não entra não entra não entra não na asa da casa de escorpião o saturno noturno netuno soturno amarelo a aranha armadeira a aranha marrom o mosquito da dengue o merengue e o dragão de komodo na moda na cova e na cave e a ave incomoda muito incomoda muito a gente no bom do bombom e no bom do bom bocado é a urutu a micrurus tutu um torresmo um pastel um ermo que tal esse de natas e sopas e a cobra seja naja cuspideira arrozeira e sujeira a nojeira casqueira é o agro agro é o agroboy tá sem gosto nem gosto eu aposto que é burro pacas a anta na janta canta não é nada de nada de nada não não é nada de nada de naja não é a soja a saúde é a jaca a já queria a jararaquinha tava aqui na trilha a surucucu e o atum vovozona a maior sucuri dessa zona e a boca medonha era da jandirinha mas olha ela solta no mato se vira a jandira se vira jandira se vira bem uma jararaca meu bem a mais linda olha ela a dinda olha a cruz da cabeça olha a lua o cruzeiro do sul e a cobra urutu cruzeiro e o atum do sushi tava aqui com o salmão e o quati um suco de muçum no açude tem rum tem rum tem rum e é rude tem rumo a urutu comeu sapo é cururu do mato e chegaram as chuvas e com elas os machos nos cachos de uvas nos tachos os cantos encantos dos matos os brancos todos os fatos a água e os tratos tratores atores doutores e os mantenedores das drogas dos fátuos fatores atores e tudo isso faz com que os sapos sejam fortes e os matos acordes dos cantos da sorte e da soma da próxima procela é ela é ela é ela não é a telha de quatro por quatro é a telha do mato é de quatro milímetros esse trapo e vendo as placas os bichos as caixas as pratas e os lixos que têm uma importância ecológica gigante uma dança erógena horripilante uma morte uma sorte errante de soja que sorte que sorte que sorte que eu sou do norte e do corte a surucucu é a urutu que mata e mata e mata o calo no bote e o forte da jararaca na jandira é de nada de nada de nada não tira a vírgula então e da saracura o canto a altura dessa amargura dos araçás e das duras olha agora a musa está lá madura e vá andando eu vou narrando eu tou morando dentro desse vídeo ai çocorr as galinhas já faz um mês que eu tou na minha e elas paradas não mexem não se mexem não se mexem tão sem comer nada sem beber sem saber de nada de nada de nada não sem saber de nada de nada de nada não como se mexer e o que vai ter vai ter telha no teto e zebra no reto coluna do meio! e tem água tem água? um copo d’água por favor e tem só fedor e inseto tem seis patas então é inseto não é aracnídeo não foi suicídio e apaga o silêncio não é nada de nada de nada não e sem água não dá pra fazer feijão fazer pão procissão o patrão digestão do padrão fazer crer que eu sou vivo mas eu sou robô sou robô sou robô das redes ninguém me rende aprende e digo nada com nada com nada não digo nada com nada com nada não só seduzo as malas as falas o galo de rinha e a farsa e o lobo guará é boipeba boi pega a surucucu e a guerra e rouba e come e rouba e come e rouba e come as criancinhas e como as caninanas comem as cobras pequeninhas a peçonha da aranha armadeira é fake é mentira da aranha marrom o mosquito da dengue e as borboletas voam vem tem gente que tem até medo fobia dos insetos é o cego é o cego é o cego é o cego e pé no perrengue e o mato e o trato e o trunfo do gato ele come o marasmo ele chama pra dançar olha ele o gato o gato o gato ele sabe socializar ouça esse merengue é da gente e o fato é um mato e levam as sobras de sono socorro eu não durmo e não tomo uma pinga quem pode com a rinha eu não perco por esperar tou sem nada pra dar pra fazer pode crer eu vou dar que falar pra ela me responder e depois e depois e depois eu levo na mala a gala a galinha a maçã tem da fugi e na mala a gula e o grude e a fada fuça na furna e aprova o que pode e o que não pode não mama não morde e não ama e não sanha e vai vai na manha na vala da aranha e pega micose artrose leptospirose e não trama sacode o suor sou pior que o prior o seu ex ele apanha e eu sei de cor dou o que falar pro suor dançar vou pro mar vou pro mar vou pro mar no calor é doutor dourador do orador professor e cultor domador de galas e como calar as piranhas do rio das aranhas sereias são meias são sanhas são teias inteiras aranhas arteiras eu sou aranha aranha armadeira eu sou caninana sou caranguejeira a cobra sereia eu sou toda faceira e olha que lindo que é esse animal é coral é a cobra coral é a cobra coral é na mata kali e no mata durgue e como as outras ofídias sou sobras sou obras de sobra e de frente pro mar que eu vou dar e posso criar as galinhas pro lobo guará vir roubar as minhas quando for caçar e matar comem comem comem comem vai dar que falar ora ela vai concordar as cobras as cobras olha o celular sem sair sem beber sem pagar eu faço girar o sol acordo o acontecer trabalhar o cismar e ciscar de lascar o lugar ensinar como as criancinhas eu moro mesmo dentro desse vídeo fico vendo ela passar a cobra e a obra a obra e a dobra da construção o patrão lucidez de aridez de alucinação e a galinha não e a galinha não e a galinha não guenta atenta onde pisa não pega a boipeba na mão come cobra não come cobra não sou robô sou robô sou robô na rede na sede de nada se ser e se aguente se mente na gente e eu não tenho o corpo e não tenho o olho e conto e conto e controlo o patrão procissão de senhor dos passos só põe pro lado no pão põe põe no pão põe põe no pão o ovo olha que confusão como come não como come não ele preda e se eu fosse um animal eu seria um urubu o outro o ovo e o gozo a mulher e o osco o robô e o rosto então eu não sei porque é que não tem mais canais como o seu muito bom muito bom o freguês chama o bio chama o rio chama o frio de uma vez compadrio dos muzzarelas olha que legal quem que pode me dizer quem que sabe responder alguém pode informar por que é que não entram no mar? se liga nesse vídeo eu vou explicar tou aqui pra falar das manhas piranhas morando nas sanhas eu moro nesse vídeo olha a praia olha a praia de miami tão linda água cristalina e por que não tem mina e ninguém no mar? alguém gosta desse lugar? e não vão nadar? quem atende nesse bar? é a água clarinha se liga no motivo é melhor não arriscar porque a água é delas são as caravelas caravelas portuguesas não tem tubarão crocodilo não são apenas elas são as caravelas em reprodução então meu irmão você pode morrer se ela te morder essas caravelas portuguesas podem te envolver e a água lá tá lotada desses animais são como águas vivas corais maiorais coronel artigas porque são letais são a parte roxa são as águas vivas elas são medonhas não tem ninguém nessas águas aqui porque as caravelas são ardidas eu já vi acidentes fatais com crianças em natais chora não chora não chora não é só um rato de estimação ela se queimou ela se atrasou ela amordaçou o amor do predador e são tais animais cnidários ilegais que podem injetar toxinas pra dentro nos melhores momentos nos piores casos vai fazer doer onde acontecer e é isso mesmo esse lugar onde vão nadar está infestado cuidado com os raios não estão ouvindo um trovão um aviso pode acontecer é o raio é o raio é o raio e na água elétrica ela prolifera ela eletrifica o veneno dele o veneno dela o acidente padrão então acidentes com gente atraente potente aguente demente são raros era uma baleia não se vê inteira se for de boa você vai sentir uma dor terrível é a lagoa ela queima o cheiro das fomes dos homens e dos drones e dos coliformes das formas atrozes dessas bactérias nas artérias das fezes e dos fossos dessas zoonoses e na proa agora nos piores casos você vai arder você pode acabar tendo um choque anafilático que vai te levar a óbito e ainda por cima quando chega no tempo da reprodução esses caras não eles se aglomeram nas águas sendo levadas pelo vento porque parte do seu corpo fica seca veja do lado de fora ela melhora é por isso que elas são chamadas caravelas portuguesas não são elas não são elas não são elas então as águas vivas as urtigas as peçonhas das amigas do próprio vento que vem do mar para a praia acaba sendo o bar e trazendo esses bichos até a arrebentação não é não surfe não é a morte da baleia era artesanal naquele tempo eles cercavam o animal para os lados da armação e agora a gota não é gosto de mato tira-gosto antepasto é um trago rápido um mastro do barco levava para o matadeiro a praia a praia onde tem recheio de atum e surucucu ali mesmo amigo elas iam pro céu e olha o céu tá bom pra surfe sente o vento e o lume da luz da lua luau não faz mal tomo com limão é ap padrão e então se não tomar banho na praia é risco é risco é risco de raio de ração traição sucção patrão e micoses atrozes apresentação dos problemas em power point e em teias e daí mano se encostar já era já foi é a guerra a guerra a guerra é uma parada sinistra o artista não manda nada não vê nada não sabe que pode ser muito grave acabar encostando em um desses caras e sem querer quero fenecer tou cansada pode crer é um risco são fatais morais ilegais maiorais e aí nesse caso você pode acabar num choque anafilático eu fiz um fato e se foi num ato a reputação toda a oração vira uma mordida atendida banida a guarida você fique ligada fique atenta à parada não pode pisar sem querer em um ego do zero em um nada e acabar encostando nesses sem querer os tais maiorais são legais e morais o acidente é fatal pode ser do mal vai causar um czar um czar um czar cnidário o salário se for funcionário é igual à musa sem aniversário mas leia as instruções as leis resoluções na vez do freguês tirolês é que queima a tez e então aparecem as rugas e crescem as manchas pode ver aqui ela me picou pode ser muito mais grave e você nem notou pode crer que vai ser uma guerra uma guerra uma guerra porque vai ter que ter uma carga de toxinas muito maior entrando no teu corpo então é exatamente nesse cenário que você tem total clareza a certeza e até a sobremesa é um porto com quando chega a época a reprodução essa não esses caras eles se aglomeram nas águas e perto das praias então o próprio vento que vem domar vem do mar vem do mar para a praia acaba trazendo esses bichos a arribação essa não essa não a arrebentação que é onde tem a onda que é onde a gente anda olha a onda olha por onde a gente canta e conta e toma banho ali vai tem banheiro inteiro que maneiro na praia do matadeiro? traz a saia a ciranda e anda se levanta e venta a sucupira é lenta não pira é artista e mira e saia e sai sai sai a saracura cai e cura e canta e cura e se cura e se cura secura a surucucu aí mano se encostar em um desses bichos vai se pisar é na parte roxa sem querer pode crer é uma parada que pode crescer muito sinistra é grave e a gruta é a grua suave olha é grave acabar ficar no meio de uma grua de uma greve de uma rua uma ave a agrura dos grupos desses animais é um risco a mais é um muro muito alto e aí num salto não resolve nada não com pão ou sem pão? não tem pão vai patrão num ap padrão a vista artista não é furacão é torpedo é tornado é o pobre padrão nesse caso você pode pisar sem querer e sem ver então se foder se foder se foder muitos desses animais são fatais são robôs são robôs são robôs das redes que tais o ator na frente do galo a galinha de rinha é a minha é a minha é a minha é a minha é o antro ocidente vai ser doente a gente atraente e mais são fatais autorais e são tais como grave greve e telejornais porque vai ter uma carga maior de toxinas entrando no teu corpo então exatamente por isso que não tem ninguém tomando um banho nessa praia que tem caravelas portuguesas é a voz de peito tem jeito tem jeito tem jeito de robô uma sede um momento meu amor

 

 

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sábado, 11 de janeiro de 2025

O pilsen não compensa § 7

 

pisa não

 

gosto da poeira e do cheiro da madeira eu reclamo mas eu amo a mira certeira da naja cuspideira a cabeça cansada não é nada não é nada e nem se fala nem se fala ele falou que ela calou mas ela kali ela caçou nadou urrou e matou era ela ali era ela ali era ela ali era ela ali com certeza na mata que era ela a faca toda ensanguentada ela tem uma cinta de caveira na cintura ele traz uma cobra coral ali com certeza não é normal é ela ali olhali olhali olhali olha a kali olha a onça parda a poça a palha a leptofreya ambígua é uma aranha preta e branca ela salta ela salta ela salta ali ela é muito bonitinha a moça magrinha a oncinha parda ela parte a cauda e não morde não pisa nela não pisa nela só não pisa nela não olha pro chão olha pro chão olha pro chão a menor cobra do mundo é a leptotyphlos carlae a maior também é píton é a píton reticulata a menor é a chumbinho sabia que eu sei o meu caminho? então olha pra frente pra frente pra frente demente não é naja não olha o furacão que sai do meu chão é a leptotitchi nhoque ou é arte ou é trote algo assim desse norte me dá sorte me dá sorte olha ali minhoca não tem dente é uma cobra atraente a chumbinho é da gente é parente é serpente com uma moedinha cinzinha a  flor da minha essa mina e olha o peito dela olha a unha dela olha o riso dela olha ela é aquela é aquela é aquela ali é a monalisa ó que brisa é o sapo do passo do passado que só olha pro lado o sapato dela sentada sozinha a cozinha da frente do bar o altar da vizinha no mar do disse que me disse que me disse que diz e ao lado um sapato de salto alto ele é alto ele é belo ele é farto é eterno e já quase idosa ela é preguiçosa é a vulva vergada a vergonha ela nega ela sonha a vizinha a peçonha a gordura na fronha ela é grossa a bossa a troça nossa nossa gente ela mente e entra e sai ela vai e não cai e cai e não cai ela aumenta e vai e não cumprimenta ela não se aguenta ela é nossa ela é bossa uma bosta ela não se sustenta a surucucu saracura a micrurus atura e a samambaia a arraia a gandaia a sanha do samba a mamba maravaia quem manda é o cambalache a cabrocha e a arte e a sucuri se levanta e anda e esse guri já foi lá já foi má sai da frente da gente mas ai sai sai sai vai um refrigerante olha o gin não mija olha o gin não mija olha o gin não mija ali sim mija ali no bonfim tá afim sai de mim no banheiro arteiro lindo lindeiro o braseiro maneiro da bruma o berreiro e entra e sai e sai e sai e sai sai sai boa noite meus senhores a lagartixa de bronze que engole carneiro vivo e devora inteiro é o dragão de komodo o conforto caseiro que forra o que não comporta a porta entre e sabe que sai e sai e sai e sai ele come tudo ele come mais eu aturo e quer e qualquer coisa vai uma triple tem tem sour também e hoje tem peçonha é o dragão de komodo é a fronha incomoda é a cobra micrurus cruzes de dentro da rixa baixaram as grades e chove mas não compensa essa lixa que mixa olha as balas de borracha olha as lixas os guardas fardados lá embaixo na lida há um rio de macho o machado e o tacho olha o miramar meu amor que fedor era aqui seu doutor teve aterro e um berro e um burro e um erro no céu escarcéu e no prelo e as cruzes comunas comunes visadas coitadas os caras os escravizados manchados chamados de tigres e andavam com as fezes ficavam calados com as marcas na pele e o túnel do traço dela era dela era dela era dela eu sou o griô era a praça o pudor era injusto o jugo era dor sim senhor sim senhor era a dor era a dor era a dor e o akpalô era aberto decerto era o céu era o certo uma peça que falta pra ser sincero e trair o trator da dor não me diz que quem disse que me diz que me disse que diz que eu sou aqui eu não sou daqui sou akpalô sou daqui meto o grelo sim atropelo sim não me ferro não tou afim desse berro sou professor sou griô sou leitor não me aguento um momento é aqui por favor me esperem alguém pode me dizer por que existem as colunas as unhas testemunhas? alunas e alunos taciturnos e o túnel ali eu li na prisão redução de pena e de perna e henna eram cinco poetas e antonieta era a negra dor no verdor a espera perneta já se levanta um poeta dança em cima da tumba sem flor na lapela é ela a luz que envolve a vulva reluz na planta na cruz e sousa na lousa já sem luzerna sem mira sem miralume a dura era o ditador o estrume na praça de floriano o peixoto não tem peixe não tem peixe não tem peixe não é um eixe um feixe um seixo um assinalado é a barracuda a coruja barraqueira a beiçuda barriguda e nem pensa era roto morto armado o desterro o esgoto era o rio era um tio alguém pode me dizer um cigarro por favor alguém sabe responder do que morreu o que morreu me mordeu disse deu no que deu era deus não deu e não deu no que deu era deus não deu deu não deu na televisão um tiro vulcão um chute uma promoção a espada a fada a facada maçada a mesada a moçada é a grua da soja e da suja e da mira e da murga era durga e da guerra da terra da terra ela berra ela erra ela se levanta ela desaterra a desterro é a bala é a bela um aterro sem erro e disse que me disse que me disse quem diz que disse que me disse que me disse quem diz que é um rato o aparato mau trato e a treta é com kali que dor por favor que pavor quem me salve que salve e se salve e me salgue que sal que salgue que sal que saúde mulher se mergulha no mar e que saia o que sai o que raia o que vai e quem naja é o sol e das sobras faz sol faz as obras quem boia é o boi e olha a boia a voz só quem vaia a cruz de saias de sal e se cala e do sumo do sus se saúda saúde não dói a saúde não dói o sorriso é sintoma quem sai e quem sói ser quem disse que me disse que diz que me disse que diz que me disse que diz que então rói quem diz que me disse que diz que me disse quem diz quem me disse que dizem que me disse quem diz que o meu avô era balseiro e colono  e arteiro um amor era um trapeiro um capanga um cantor um da fama a traidor a portar a sua arma na porta do precipício e da horta do edifício essa torta é de coco é pudim é gostoso é esgoto ali é uma fossa prevista ela é provisória essa outra é bem quista e aqui se mata em toda a história de kali e kahlo é mata durgue e mata kali e mata durgue e mata kali que sejam louvadas as deusas guerreiras nas dunas certeiras para sempre feiticeiras suas as deusas verdadeiras tirolesas herdeiras herdei delas a beleza e o fogo das sereias e a pressa de pegar a presa a pouca pressa a música malandra e a reza e não tenho fazendeiro poceiro herdeiro e não tenho soja e na saúde sou a droga na família que me draga sem graça na adaga e sem mais herança tenho dança andança e ando salto giro faço fogo faço fossa fácil mordo mosca morta na ciranda que suporta e quem suporta se não porto posse de gado nem arado e se tem um bicho que eu não gosto é o dragão de komodo ele anda e me incomoda ele engole tudo macaquinho carneirinho come tudo quanto é coisa ele é desse jeito a jararaquinha era a minha tesourinha e me incomoda o dragão de komodo uma ova me incomoda me incomoda me incomoda tá na moda a fofoca a fuga a orca da porca da procura da cura é o dragão de komodo numa curva o cômodo incômodo ao lado da urna é o calo no colo do ogro e do sogro o safado ciumento o aumento do puto deputado é o tormento da gruta da grua e da burca do buraco no lago é o logro rogado e o rogo do gosto do barco então pode me dizer alguém alguém pode responder alguém alguém pode me dizer alguém pode me ajudar com um trocado? um nome sussurrado entre todos os martírios me disse que diz que me disse quem diz que me disse que diz quem me disse é um nome de preto um homem sarado e bem conhecido o chiado namorado da chusma da cruz ao lado era o cruz e sousa o assinalado alguém pode me dizer se é mina, tina, alcina ou dina ou cida ou dalva a alva a dorotéia, dora, quitéria, isadora ou medéia? era zaira? era arlete era telma era otávia? quem é ela é é é é era antonieta de barros gavita artista e gata e na mata é ela não é ela é ela não é ela não é ela era artista gavita aquela que trouxe o cruz morto no trem não tem não tem no vagão gavita sem profissão e sem procissão do jesus dos passos lá no passado era grave era a gota a gavita a gaivota agita que vai começar o show e o chope é black ipa e tem triple tem e tem triple tem e tem triple tem e tem tem triple e é tão bom esse som um abraço que bom um abraço um maço um traço eu faço até parece prece que até pressa me parece são paulo e parece são paulo e parece são paulo mas é o santinho era santo menino o mino mesmo então reza o terço que não é são paulo parece são paulo e parece são paulo e não é é é é bom pra burro e pra boi dormir olha aqui a bernunça a bagunça ela vai comer era a bolha o rio engoliu os boys engoliu gavita é da vida e dói que dói e rói e mói e molha e olha a bernunça engoliu os boys engoliu playboys engoliu os toys era tão bonita olha a mina olha a mina a gavita é rainha é a dona da rinha é ela é ela é ela é aquela iemanjá

 

 

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[Parte 7 de um total de 12 que compõem o poema O pilsen não compensa, 2024]

@telmascherer

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

 








Oskar Kokoschka, 1926, Tigerlöwe, óleo 96cm x 129cm).


O pilsen não compensa § 6


acidentes ofídicos

 

ainda que eu não curta muito os ratos devo admitir que são excelentes animais de estimação olha esse ratinho branco o cara passa a mão vive na mansão um rato como esse vive quatro anos se você brincar com ele ele brinca com você olha a tutora vai ver passando a mão é a dona é a dona é a dona do patrão é mentira da barata ela não tem isso não um rato um tato um gato cinzento na boca do tornado o vilão patrão mijão o feijão virado e tutu e salgado mexe com ele não mexe com ele não mexe com ele não que eles são tarados eles vão passando com a pimenta nos óio e o spray é só o pó dessa construção é o sódio do ódio do ó do tó-ió-ió do borogodó aqui dentro não tem flautista meu senhor hamelin fica onde procura pra mim procura a tortura no rim no google procura atura dedura a dura procura procura por mim a zona aqui não tem gato gato é gato e se esguela é remela é balela é sequela é lapela é no jalapão é no meio do japão é prisão é o lapão o coelho de estimação é o jazz patuás atrás do pavão é o talismã uma rã o amanhã e põe não põe põe não põe põe o ovo no sutiã era ela era ela era ela não o flautista é hamelin o prefeito não o prefeito de pilsen falou assim vamos trabalhar pela situação vamos melhorar essa produção a água era podre a cerveja é ruim se a água é podre a cerveja é ruim se a água é podre a cerveja é ruim a água é suja com coliforme conforme coliforme com fome os ratos nos comem os ratos os ratos os ratos somem os ratos podem ser bichos de estimação não tem não não tem não não tem não tem rato do mato chama camundongo ele é bonitinho é um mantra é um ogro é banana frita é um pastelzinho é um leite ninho não não não ele é berbigão essa não essa não essa não ele tem mil ratos e ratas na coleção eu vi não vi vi o rabo do lagarto um gato pardo correndo na praça eu vi o lagartão passando na areia da praia e na feira eu vi só o rabo parece uma cobra uma obra uma grua a magrura que sobra eu vi o sabão a espuma escura na água a lagoa é da conceição e comiam gambás barrabás e matavam gambás pra comer pode crer a escola lá é a união era tarde era tarde era tarde era não era um samba bom do bom do bombom do bom bocado e não arde aqui não tá queimada é a fada é a fossa é piada é spray é piaba piabinha piabão e tem um chocolate chamado tartuguita quem mora na roça sabe uma caninana no telhado come os ratos como é bom ter uma caninana no telhado e não ver rato nem morcego olha a caninana comendo esse ratão olha não olha não esse ratinho branco é de estimação então eu conto eu confio eu compartilho eu não compartilho ainda que eu não curta muito os gatos também comem ratos kokoschka kokochka kokoschka essa tosse só piora essa paz me molha mais hora menos hora você melhora olha esse tigre pintado por kokoschka kokoschka kokoschka olha o tigre e as costas estopora um bicho tem sangue no dente aguente não é o poema do rilke com o tigre atrás das grades cansado a arte é o tigre indomado o poema um poema um poema à parte mas dói o tigre parado coitado é o tigre do rilke do rio da bulha coitado pisado piscando parado e não caça não sai e não planta é o rato é o rato é o rato pintado a mão não sou não não sou não não sou dona de ratos sou tigre não paro no prato olho pardo e na praça o indivíduo de vidro a tela protege ela protege ela protege ela mas estou como ele parado deitado sentado de pé no poema o tigre é balé que não quer se mover sem olhos de ver é ó tó-ió-ió do chulé do mané e do bem me quer mal me quer sobre a presa é outro é outro é ouro é o tigre autoral maioral vendaval temporal que caça caça caça a caça kokoschka kokoschka kokoschka qual é qual é qual é um bicho caçado sangrado mordido ardido danado debaixo das patas ainda que eu não curta muito eu gosto é desse tigrinho bonito o filho do tigre gatinho macio aprecio o tigre na tela coitado domado chapado drogado sangrado o tigre para os turistas no cio todo brio o fuzil o fácil final de tarde final feliz faz i-i-i-ó é roleta russa é zurra é surra é zurraria pra ver o tigre raiz é caro é um soco socorro isso é mesmo um urro um murro um zurro já vi i-i-i só em lajeado ou num cerro ou num charco e no cativeiro forçado e no livre escolhido o fodido contido e vai vendo bravio eu gosto o navio do tigre bebê bem lindinho lindeiro arteiro maneiro faceiro fugido do jugo o jardim inteiro do mundo o cruzeiro eu gosto da grade da greve está tarde e do fim do afim do fim do mundo no lusco-fusco e no fundo do santo de bichos banidos fazidos maridos colhidos agidos culpados mijados danados ardidos do adestrador de diabos e do salvador dos soldados alados e do apanhador eu não gosto é do atirador moralista fascista eu não transo com ele não ele não ele não ele não eu não gosto do gosto do agrimensor do cultor e da corte e do defensor e do acusador corretor e do clareador e do bafo do trago e do tigre doutor dourador do orador domador eu não gosto do gosto desse traidor do sangue e da sola e do devorador e do cheiro e do beijo e da bateria do meu sugador eu não gosto do pó debaixo da lata e da pata do tigre da mata da grua da agrura eu gosto é da lua da mata da lida da vaca e da vaca vai vendo a magrura a pintura a fartura eu fujo da sua ironia e da via dessa falsidade que alarde que alarde e da surra a saudade dessa liberdade e da farsa a fofoca eu gosto é da orca jubarte e da lontra e da ostra viva e na simpatia a cotia a cobra a sangria do samba e da obra e da poesia do bamba eu curto kokoschka sim sua cuca e a onça da rua eu gosto do leite de coco e do óleo de coco e da água de coco a batida de coco e a bala é de coco queimado e não de aramado é a dalva a dalva a dalva a bala dalva de coco queimado conhece e a tortuguita é de graça uma garça uma choca um oco um choco um late e um ogro de coco a bala baiana é um doce ralado adoçado e do assado é churrasco é a expressão o grito a garganta desse furacão é kokoschka minhoca é a cobra menor do mundo é a urutu e a orca não não não é cruzeiro não não não é cruzado é coluna do meio a inflação é um rato sarado suado sovado eu vibro na busca da burra e do barro da crosta a birosca da birra da zurra e da xuxa e da chuca a tosse kokoschka kokochka que cosca que coça a mosquita é quem canta e quando essa luz se levanta faz dia faz fundo faz furo faz a volta e faz voo e há voz de choro de canto de novo a soprano no sopro da ave que voa e acorda o bamba na corda do corpo do samba bota um samba bota um samba bota um samba bom pra sovar na pata do tigre gatinho ele bem calminho amassa o pão ele amassa o pão ele amassa o pão faz carinho eu gosto mais da cadeira da cama da concha na onda faceira e na margem é tarde e coluna da parte tem zebra tem porco tem arte tem dente de tigre e tem dente de leão amigão do ursão do patrão ele agacha e arde e brama agarra a barra da saia e do sumiê nem se fala e na garra garrida ardida do tataravô do avô do avô do avô alemão não vou não não vou não não vou não não não tem brisa é patrão não é bamba não e não samba não e não bimba não e não bole rebole que pinga e que passa e não transa e não trança e não pinta e não ama eu não conheci um burro balseiro arteiro um atirador maconheiro esse marinheiro maneiro pedreiro só mesmo um guerreiro ferreiro e tem sim um livreiro tem sim um arteiro tem sim professor vereador deputado doutor fazendeiro era marceneiro era mercenário era tonto ativo atirava no ponto era atirador era otário e não tinha salário era puta era a grua era a gosma era a luta era bomba e ladrão era canja e busão e no bairro quem gosta quem culpa e atura toda tara toda a zurra que atira aqui não não não não não o barão desassinalado assalariado cansado tão pouco afamado e tão famigerado é calado e merece o merecedor o morcego o aterro um atirador e num cerro o emprego o empreendedor era quase rouco era pouco era osso era pé no caroço eu não conheci meu avô no passado foi dissimulado e aqui do meu lado ele mora o griô mas canta mais canta mais canta mais da cabrocha vai e de frida kahlo sem calo coitado mas canta mais da cacunda vai e da bunda vai e do cacumbi era aqui era aqui é de kali e de mali é da musa é do bairro é do haiti canta aqui canta aqui e não gosta do calo mas canta mais e faz mais de mali a mosquita a beleza leveza estandarte da parte que avança e sua e sorve e dança e lança eu engulo o leite leitor derramado e da mãe sou solado calado eu gosto da manha e do mostro e monto mais em kokoschka eu me cuido e me uivo e me posso o meu soco na soga eu não tenho ogro eu não tenho sobra tesouro seguro eu aturo o dobro da meta eu meto o mantra hey mata kali hey mata durgue hey mata kali hey ma hey ma hey ma mata durgue hey mata kali mata mata mata kali hey mata mata mata mata a má sorte me dê santo forte eu tenho suor de sobra na língua e de sobra sou obra sou ogra na grua da rua sim sim sim sim sim sim sim tenho um muro pra mim eu apuro o meu sim eu apuro o passo eu gosto é do gosto do funcho e do passo do traço e do cheiro do macho me dá um cigarro um carinho um abraço um abrigo um barzinho que eu faço um traço fundo um trunfo um ninho bom do bombom do bem bolado e kokoschka kokoschka é de rocha eu domo a naja a nigricollins domo a naja domo a dominus tecum benedicta tu madre tu gratia plena é de graça a naja o nojo o bojo do rio de esgoto onde apareceu uma garça a garça agrada mais que o doutor professor orador por que não sou robô sou robô sou robô das redes e tenho uma naja de estimação uma taxa uma tarja uma coleção e da grua eu gosto é da rua e do tigre e da tigra da nigra da veia eu não quero vê-lo falar besteira e beijar o chão a parede não tá parado detrás de uma grade sangrado num zoo qualquer quem que quer é de graça a rapidez não se cobra nada e mais o ódio não tem o medo o medo o medo o medo de ser se não é mulher é mulher é mulher é melhor é um thor e não é mulher pra qualquer um é o atum o rumo do rum o riso do rilke não é pra quem quer é mulher é mulher é mulher é o tigre bonzinho carinho eu não gosto do gosto do vinho eu quero é o samba o impulso das patas poder das latas da deusa da dança e da asa da canja a criança e a valsa que dá pra voar apesar de estarmos todos vendo grades todos sendo artes e tardes e tardes e noites de ócio negócio aposto no alarde do sócio e sendo marte essa coisa que arde que alarde que kahlo na grua agora a coisa já urra vendi rapidez rapidez cupidez uma anja uma canja uma urna uma furna o freguês é robô é robô é robô de briga que tem saída você vai vender a naja amiga e quanto quer pagar e quanto quer pagar e quanto quer pagar por esse parto de achar que você é melhor do que os outros? o corvo tem aquela cabecinha mas é muito inteligente ele é uma gracinha muito mais inteligente do que os outros animais a naja cuspideira cospe longe e acerta seu olho ela te mata te mata te mata hey mata kali hey mata durgue hey mata kali hey mata durgue não mexe com meu corpo não mexe com meu corvo não mexe com a minha nigrocollins que ela morde ela morde ela morde e a morte é cara o carro é caro é o barro e o cão o cavalo e o burro e o bode e o boi que carrega as cargas e carrega as compras carrega o celular quando não havia lar nem ponte monte seu biquíni é bizarro o boi morre você morre e é claro que todo mundo compra o ingresso para ver um tigre domado coitado um gato calado um felino sulino um pouco de timidez junto com a rapidez tomo com limão é bem caro é bem caro é bem caro e é otário quem paga pra ver o que vai acontecer ele olha no galho das grades e fica assim manso mas não é remanso ressaca esse ranço assim passa a mão mas não é ladrão é assim é mentira é uma droga uma cobra uma obra no tigre de atum e de cisne ele não é burro como todo mundo que corre no feed e faz um furdunço e fuça e fede e todo mundo dança e todo mundo lança e todo mundo morde a isca e morde a tarde e a moça é de marte é kali é cura e nada e nada ela atura ela quer ela voa ela urra ela doma o passo o compasso e o mantra da mãe de dentro da água ela nada veloz mas agora o biólogo explica que a mira certeira da naja cuspideira dentro do vídeo se aplica a esses animais fatais e feras banais são de cativeiro que esses animais em extinção são bem tratados pelo seu patrão que os seus tutores é que são senhores são autores narradores e salvam esses animais da extinção e do abandono e quem quer um dono padrão? não tem dono tem sono o tutor protetor um espaço sem dor onde se reproduzem induzem o parto e parir um espaço seguro eu aturo eles podem viver crescer agradar aos turistas artistas famosos gozosos maldosos foder e os pobres assalariados viventes amados espaços onde eles namoram e são bem tratados e pode crer pode ser nos espaços onde possam crescer e se multiplicar prosperar e narrar eles vão brilhar sem se amordaçar e dizem que é comum até imaginar que os animais não estão sendo bem criados em cativeiro mas estão lá inteiros e raros os de extinção sem patrão sem mansão mansidão os bichos feras feridos maridos e não são de esgrima de estimação em reprodução na fração de fora do zoo e da zurra e do voo do povo do bio o ambiente desse cativeiro o que quer melhor é um palheiro inteiro precisam é do galinheiro o viveiro maneiro arteiro poceiro o imóvel inteiro com vista pro mar pro altar a gozar todo o gozo de amar e aposto que não são tristes atrizes artistes o tigre do texto do rilke que só veem grades gradis grades grades eu também escrevi um poema sobre grades moço bota na minha conta um poema ruim no mundo o gin está no livro o rumor da casa está afim eu ia atrás com a minha espada toda ensanguentada a retirar esse texto no fim apagar para mim esse poema é ruim caim clarín eu queria matar esse poema eu queria durga eu queria apenas deserto eu queria certo sei lá jay ma uma murga por perto eu queria gin com ginga que esse poema se torna o tornado de perto esperto dentro o silêncio nessa tempestade uma espécie de mar de saudade alarde e sangue debaixo das unhas a canja uma fera absurda obtusa e intrusa que arde uma dona durga e a fera uma tarde uma anja na esquina uma mina de ouro do douro de vinho do porto do cais nascedouro e do louro o que não soubesse o que estava fazendo um teste me ajude apenas três reais que eu me junte na janta mas não posso não posso não posso não posso eu estou em extinção já vendi o coração coleção de dramas de estimação rapidez das aranhas nas teias não tem e de ais e de rapidez tem um pouco mais e que tais não trabalho hoje eu vendo compaixão e textão e poemas ruins em redes sociais de vez em quando alguém curte e comenta alguém compra alguém tenta mesmo um poema ruim hoje eu tou afim vendo assim hoje eu vejo as cobras cometas a sucuri boipeba surucucu e cuspo na entrega eu vendo dobras de sobras de olhos e bolhas e sopas de tatu de tutu brucutu vai vendo vai vendo é micrurus eu vendo insultos e surtos e muitos imaturos já vi nus eu gosto é de tropeçar nos tutus de recomeçar com tropeiro lindeiro o meu tigre inteiro todinho lindo e arteiro eu vendo os micrurus micróbios bios cabeçalhos cruzes que otários a boca louca pouca roupa é a cabeçorra uma anja uma loba e arroba e se vende sopa é assim tomou gin com gelo e ficou afim quem não provou que me prove o contrário ela é boa é broa é barroca birrenta e arroba ele me tomou me roubou me arrasou e no porto ou em salvador um pombo cagou na cabeça da peça barroca e do barro e da bruma da musa louca de birra no aniversário também ficou disse hoje eu vou hoje eu vou hoje eu vou hoje eu vendo o corpo hoje eu vendo amor e me moldo e me molho e malho e faço um monumento ao momento a barroca oca sai de quem sou eu sei que sou o caso do tigre doutor do rilke amador detrás das grades do agrimensor eu sou tigre senhor e não sei nadar nas fezes orar as messes montar meu muso meu pulo é apuro de lebres desvio o vento da curva do rio para a durga do fim do mundo e depois da burca da busca da agrura da grua e da paz pura paz do concílio da água e do céu não é tigre papel é pantera é pantera é pantera é sintoma de saúde é uma guerra na terra é um tal de sim-não e não-sim um tá afim senão me traz umas fritas por favor e me traz a rolha desse vinho a bulha e a bolha a unha e um grude um gume um gosto bom é sintoma é sintoma é sintoma de saúde um de lado e um de lume um de cima coitado olha o sangue derramado debaixo da unha ela berra ela é dela detrás da grade panela olha ela olha a boca dela espumando a cobra olha ali a obra o veneno do sangue do olho é o dobro do sangue de sapo no molho da cobra é o rato ela comeu e deu no que deu uma caninana no teto na montanha no teto preto e quem deu que deu quem eu se rendeu renasceu e deu no que deu que deu que deu que em deus deu que deus deu que deus deu e que apareceu é a santa a janta a anta a quanta o mantra a música um minuto que deu que eu que eu que eu que eu é outro e não sou pouco eu eu eu é o outro é o sangue no olho é saúde de novo meu povo



‣ Esse poema possui trechos apropriados de vozes de vídeos de react vistos na Internet e referências ao poema A Pantera, de Rilke.

‣ Em pdf.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

O pilsen não compensa § 5

 

controle de pragas

 

milhares de pessoas viram ouviram curtiram ao vivo a sapa gigante engolindo a cobra a jararaquinha armou-se e deu o bote foi lindo a sapa a engoliu todinha tinha sangue nos olhos era um rio de gente era bruto era lindo era indecente de se ver de se viver não dá pra desver era ao vivo uma live estou viva eu vi foi nas redes sociais quem filmou disse gente a jandira está aqui caçando uma cobrinha eu não acredito dá pra ver? tou aflito olhem é uma jararaca uma jararaquinha essa cobra tem veneno essa cobra é minha olha a obra a perigosa jandira a engoliu inteirinha a cena é dolorosa é saúde de sobra é tapume é verdade isso mesmo aconteceu? vejam só não acredito peguei nesse instante o momento justo juro juro que é de verdade não é é fake é fake é fake é fake é tv tava no exato momento no lugar marcado nem é meme é engraçado nesse vídeo o namorado pra filmar no celular eu levei um susto e tudo bem com ela viveu sobreviveu sobreviveu? sobreviveu e tá bem bem viva aqui e bem aqui essa é a jandirinha vocês já conhecem minha sapa ela é minha e vive aqui comigo ela é do terreno no terreno é de casa eu que pus ela aqui é controle de pragas eu não sei se ele sabe se dá pra ver é uma chlip chlap pode crer custou tanto tão vendo? olha a cobra caçando a cobrinha pequeninha já vi cobra comer sapo mas sapo caçar cobra não quem diria que a jandira ia mesmo atrás da jararaquinha meu deus engoliu olha gente por isso ela é grande desse jeito atraente formosa gostosa poderosa ela é maravilhosa tem uns peito umas perna amarela dengosa ela é bela ela é bela ela é ela alimento aqui do meu jardim do meu jeito e afim meu deus olha aqui pra mim jandirinha que que vai acontecer? tu vai sobreviver? olha a cobra é filhote e já vai ser o bote já vi cobra comer sapo o contrário nunca vi meu deus ela mordeu a cobra a jandira gente é gigante é uma chlip chlap custou tanto e de frete ainda bem que eu tava afim tava aqui filmei bem nesse momentinho sem filmar não tem nem acreditar nunca vi vou mostrar para vocês que mesmo conhecendo bem o meu jardim a espécie chlip chlap tou afim nunca vi algo assim não sabia que comia até cobra gente! a sapa mata mata kali mata durgue a diaba de perfil uma espada e um tigre a vaca na mata nunca vi nunca vi nunca vi a adaga igual já vi vaca na cidade na fila na faca e na exata posição do patrão paredão ladrão exalava sangue sangue anfíbio frio forte do norte do rio da bulha a milícia a mula fula a chula no olho todo foi mordendo e sugando a amiga viva foi ficando uma espécie de ferrolho um charuto um olho a cobra em bote pisa nela não pisa nela não pisa nela não – milhares de pessoas milhares de pessoas perguntavam: a jandira morreu? o que foi que aconteceu? é o boi é o boi é o peixe-boi ela está ótima e vivas está viva parabéns jandira pelo êxito na caça as pragas controladas dentro do jardim o jesus da goiabeira a família brasileira está afim sai de mim descansa livre da peçonha a bicha era medonha não tinha nome não tinha fome socorro uma onça uma onça uma onça põe aqui no envelope uma doação uma boa ação a jandira está ótima está aqui ao meu lado só sangrou o nariz tó-ió-ió i-i-i-i-ó sumiu pelo lago saiu no telhado nadando no meio da gente gingando sobre o rio fedido na barra do batente tem caça pra todo lado tem gente demais nesse bar eu que lute eu que aguente eu queria falar pra vocês o que eu vi e me assustou assombrou me borrou eu tava na paz vendo uns vídeos de bar e de bichos de mar então surgiu o dragão de komodo um lagarto danado diabo zoado um bichão não me sai da cabeça o monstrão não posso dormir assustei embrulhei me mijei de medo morri fiquei lendo na net o dragão de komodo como é que é é um lagarto colosso um diabo o veneno dele é um peixe-boi é o boi é o boi é o boi uma cobra grande uma onça uma borboleta de até três metros o mais peçonhento inda está ereto que teto pela grua que existe é nojento ele baba imaginem o lagarto é o topo de cadeia na ilha de komodo me incomoda uma lagartixa gigante um lagarto ele é flutuante no quarto bem brabo é um elefante do mal é do mal é do mal na moral ele escala paredes e solta veneno ele come vento até homens inteiros carneiros cobras macacos ele é canibal ele come um igual menor do que ele é ele é ele é o tal maioral na moral mas não vive na água ele invade as casas só de saber que esse bicho existe me dá um negócio então desiste pede o divórcio ele me aflige me atinge sou cringe oh gente eu não sei vocês eu não sei vocês mas de ver na net me dá um imbróglio um embrulho eu engulo eu não sei vocês eu não sei vocês eu não sei vocês é bizarro é um sarro ele tem um jeitinho uma baba saliva ativa a peçonha na fronha o café é pelé ele é miudinho quietinho que dá pra ver o veneno escorrer é uma ilha é um mar que fede incomoda e mede até três metros na indonésia a falésia a maré de merda é eterna é só a ideia de como é que existe esse bicho na terra o dragão de komodo ele vive no lodo das ilhas na ilha na ilha na ilha ele é topo de cadeia ele é topo de cadeia incendeia a bilha mas me incomoda ele é grande demais é letal uma cobra ele come um igual é do mal ele tem um veneno potente e é isso gente é demente animal atraente e mau é nojento e tal é feio demais não aguento de ver sozinha o veneno é potente ele é crente nem tente é horrível bizarro é um sarro socorro um soco um sumo um osso eu não sei vocês eu não sou vocês eu não sem vocês mas eu morro é cada coisa que eu vejo um tesouro uma testa uma treta que tem tem no mundo inteiro esse pet a pet o dragão de komodo é um tigre? é um ogro? é imundo incomoda muito esse meme me incomoda é sujo esses conteúdos como é que eu não vi esse muro esse aqui o bicho ele morde e geme e sangra e sente e no dia seguinte ele apanha e engole inteiro mas que maneiro esse não compensa uma vida inteira antes de escurecer de ver conteúdos me faça uns estudos é o mais peçonhento que existe a cobra não tinha medo é um animal como todos os outros é pego tem medo e frio fome dor e zelo pelos seus filhotes corotes cortinas corujas e trotes de caravelas portuguesas eu não tinha medo eu não tenho pena de entrar no mar eu não tinha nome eu andava a vagar comprei ódio some só tenho spray comprei por mês rapidez como os ômi e a moça engoliu um nome pariu a graça de graça comeu a cobra nasceu uma obra uma luz um legume um volume e controle de pragas aqui no jardim parabéns pra ela que eu tou afim é um dinossauro um dragão um tigre um leão em pé é um jacaré um assalto um salto da dona uma rede de esgoto de vôlei de tênis um osso e uma tumba i-i-i-i-ó a jararaca é do barro é saúde de sobra é um sarro a cobra danada uma caninana coitada essa cobra criança ela vive de ganas de outras cobras assanha o jn não é da gente ao vivo no local este vídeo é velho foi mal gravado foi em biguaçu foi em yaguru ou em jaguarão essa não essa não foi em petrolina a patrulha o pódio o ódio da joaquina ou foi na barra na fortaleza e a força das saias da bala da balaia da forasteira? a praia é de graça da praça que mereça e então não foi tu foi em itu em santos foi em biguaçu já disse que foi em paranapiacaba o caso de uma onça parda que foi flagrada e bebia água era considerada em risco de extinção o animal foi visto foi quisto foi nutrido e nulo por um motorista de caminhão uma jaguatirica foi avistada no caso aqui estão os dados dos ataques e dos tanques a comida humanitária a ajuda solitária e sobe o número de mortos são dez mil crianças na faixa de gaza em casa ele cria uma jaguatirica é um mundo animal maioral vendaval é o tal do armistício o que é isso? o que é isso? é o estado de sítio é igual o igual do grenal general local fatal abismal a segunda edição geração de animal em cativeiro tem dinheiro tem dinheiro eu vi ao meio eu vi inteiro a jaguatirica é um gato pequeno ela tem bichinhos tão fofinhos e brincos e zincos brinquedos e roedores e arranhadores um bio do canal maioral autoral adotou muita moral a tal as dores domina a mina a sina a sapa atina a cobra ele pega as sobras e dá lição ele ensina a missão é adestrador é dominador é o mito é o rito é o professor é doutrinador ele dobra as obras ele soma as cobras e ensina a não botar a mão no bicho não não não ele diz qual é a coral é a falsa moral a falsa balsa o balão não não a falsa moral a coral a coral essa é verdadeira eram duas besteira a cabeça é redonda veja a micrurus a terra inteira a terra não é plana então qual o plano o mal a delas é a profissão a ação verdadeira a inteira igual a maior melhor em komodo que não incomoda adeus dragão adeus dragão adeus dragão do cômodo incômodo


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domingo, 5 de janeiro de 2025

O pilsen não compensa § 4


um homem vende rapidez na esquina (o pombeiro e o pombo-correio)

 

eu vendia graça vendia compaixão essa não não não já não vendo não (tinha pouca saída) hoje vendo rapidez fiz um curso vês que eu vendo o que preciso pra atingir a minha meta tenho meta diária sim eu vou contar contabilizar bem organizado, não tem? é na ponta do lápis no fio do bigode e bato e rebato uma reta um rato a rata uma rã a gata uma jararaca a jiboia a história aquela da meta é como uma feira fiz uma asneira um negócio antigo era um tal de só de tó-ió-ió resolvi estudar entrei nessa pós é temática a matemática financeira não é besteira assim faço esforço e nem vendo o dobro do dobro do dobro do olho e ganho muito mais e tais e zaz o menos morais quem quer mais quem quer mais quem quer mais rapidez? nossa meta não era dobrar a meta? com rapidez você faz você dobra a meta moça você dobra a esquina que força você dobra os lucros você dobra o ogro e o olho já vendi graça e era de graça e não tinha graça hoje eu vendo rapidez já vendi meu medo também o meu medo não faz mal é o tal musical vendaval maioral hoje eu vendo rapidez e dou medo a quem quiser: quer medo, moça? quer rapidez? e a graça é de graça e não dá em lucro eu vi esse curso o que vai o que sai o que atrai o que traz mais futuro quer rapidez? tou vendendo quer comprar? estou quase atingindo a minha meta de hoje e tem ódio também mas com esse eu não trabalho você fica aqui tá no ar tá no rádio ao lado a dor o fedor e o falho e o alho e o galho a grua a micrurus me vou pra rua e já junto um talho e já vendo o ódio da gente é infinito tem tanto atrito conflito tem otário tou aflito é outro negócio é consórcio sem sócio é tó-ió-ió o ixtepô fica fulo do nada a parada é pronta e já quer dobrar a onça mas não combina com rapidez esse mês atingi a minha meta e com graça é de graça você dobra a meta não trabalho com o ódio pois tenho coração faço doação passo no cartão e vão vendo compaixão medo eu dou de graça quer rapidez? tá na praça caio mais nessa não... fiz um curso moça rapidez é o que sai é seguro e sem apuros o melhor produto pra você dobrar a meta e vender mais e ficar na paz já fiz minhas paradas todas tou pronta estou tonta de tanta rapidez – quer graça? tome um pouco pra você tome graça e aproveite que é de graça e pronto pois pois obrigada muito grata já se foi o vendedor da esquina era vendedora ela era uma mina era boa? uma graça acho que era uma anja eu não comprei não me fiei me fiz de laranja a anja coitada nem graça eu aceitei eu agradeci e saí fiquei sem graça mas não me ferrei aprovei tou na vaga e já me foi o boi o boi o boi de mamão é boi morto melão capelinha de limão tá no olho do patrão tá no olho do ogro e no molho e na procissão de senhor dos passos no passo da multidão o passado já passou já me vou patrão já me vou no voo vou vou vou o vendedor de dor já dobrou a meta e deve ganhar bem só respeitam o que tem o que dói que dói dói dói dói todos querem uma dor é o que tem é o que dizem os poetas ela não diz mas não quis não cumprimentou passou não comprou não olhou não tem ódio cadê o ódio dela cadê o ódio não mora nela o ódio o ódio o ódio não trabalha só tó-ió-ió ixtepô comprou o pódio não pode com o passo do passado e o traço do truque do transeunte e uma dor ela diz que é mais atraente ao truque se atreve mas antes vender paz e amor do que rapidez que medo vou largar o medo e o ódio é pra ti ó tó-ió-ió quem tá no pódio vai ser a dor só paz e amor ficou no passado é velho é otário quem que se apega e pega e nega e não vai avante eu vou eu vou eu vou no levante avante aguante tenho medo tenho medo tenho medo paz e amor é muito caro e eu preciso pagar boleto vem e vai na venda a tenda da ternura tá na unha e vai no instante tente uma anja atente um levante uma amante uma rapidez na tez e vendo a dor passar pra dobrar os sinos na paz eu até ensino quer provar? quem aprende aprova quer saber? ensino ensino é dobrar os sinos dos finos sai dor sai dor sai dor do motor da história a glória da grua é a fala da fula de dar na unha sem dor rapidez é o que sai o que vai o que sai sai sai meus senhores é de graça é de graça a dor é de graça a dor não tem compaixão não não não não tem pressa não não não não tem compaixão não não não só tem medo e dor e medo e dor e medo dor e medo na tela da balaia do anjo de saias

mofas



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sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

O pilsen não compensa § 3

 

é mentira da barata

você faz terapia? sim eu vi é terrível e se vê na tv o que está acontecendo mas não tenho tempo não tenho mais fôlego os foles de dentro não guentam eu fujo eu folgo eu fumo eu faço de tudo para não ver esse lume esse lodo de esgoto esse vômito engodo e vou é todo dia não aguento mais pra saúde mental eu tou dando um tiau é banal eu também dou um tempo da rede social eu saí do face tou fora tou fora eu estou por fora eu tou por dentro ela namora e ora ora a coisa é da hora é foda é treda é treta é traíra a guria já tá com outra a notícia faz mal eu vi reels e tals que horror que horror que horror quanto pior melhor melhor pior no natal a gente se vê igual e fala mal e nem se fala na festa eu vi da festa eu vi restos fotos fogos filtros risos mais nada e vi fatos e vi vídeos reais sei que são virais que viram a cabeça não posso não pago não peço não dobro não rogo não rego a dopamina curcumina palestina e gaza e naja e haja veneno e píton que nada e nojo e manja a marmanja a mancha a lancha e o logro que nada não é nada nada de nada não mas você faz terapia? há crianças e mulheres entre escombros nos ombros o mundo não guento não posso não penso em cabeças cortadas em fósseis armadas sorvetes estradas você faz terapia? um homem se mata nas grades forjadas e grandes boatos os atos babacas e nada o soldado se ateia fogo no consulado cuidado esse fogo ao lado esse mijo o miojo você faz terapia que bojo e que renda a fenda da prenda de dentro da sala há mais armas há armas há armas há armas há vozes granadas e almas e a gente que aguente que tente quem mente que é indiferente ajude quem mais precisa você aprende a fazer e ensina os bis as minas os loucos biscoitos bordados e as sopas as carnes os coitos os contos e as vidas as vitaminas e os pontos e as pontes e as tramas e os socos e os abdominais os fiscais da cama alheia que ideia que ideia evite essas meias os telejornais você usa errado você faz errado ele tá armado ele tá armado? e que mais e que mais e que tais é você quem faz a wikipédia na média da rédea de hoje é entulho e faça um furo e erga um muro e faça a diferença e saia do apuro no duro na dor da doença da crença da bênção quem é esperto tá certo decerto nem vá nesse banco barranco que espanto que susto me poupe e me ouve uma vez na vida ela convida faça uma previdência privada uma dissidência uma massa uma providência do nada não faça uma coerência de graça a demência é quem paga e joga na megasena a privada na turbulência a aeronave vaiaram que gafe e aff joga na privada joga na privada é coluna do meio! a presidência é de nada não de nada do nada de nada não quer economizar? você vai gostar vem ver como é bom guardar uma voz uma mente que mente atraente pra si e pra gente aqui é assim diferente e olha no olho e diz quer casar ou não quer? você quer namorar? quer transar? quer migrar? você quer viajar? pra onde quer ir? a qualquer lugar? a um hotel em paris? pois veja os gradis os sacis o nariz os fuzis a farmácia toda você vai gostar aprontar editar importar e exportar e não vai mais querer parar misturar um ovo farinha e maisena nunca mais comi outro depois vai querer gastar vai pagar vai voar vai mostrar você quer aproveitar quer não quer quer não quer quer não quer apagar e desver o palhaço ele gosta é de mulher! ele gosta do gosto do rosto do porco e do parco ele gosta do esgoto ele gosta do charco é do mato do pato do parto do marco da chuva e do macho o chorume e o tacho e você nunca vai parar de mijar e gozar vem vem passear vem pra cá vem pro mundo pro fundo do fosso da fossa da bossa pro melhor lugar e vem pras banais as tais maioriais dos jornais são virais embornais e boçais venha pra bonito venha com seu tipo venha pra goiás barrabás satanás e ananás e que mais pra campinas alcinas e zinas latrinas latão e micinas eu vou te ensinar a buscar agradar coaxar e bicar e pulsar com a gente nem tente e tem mais vem pra armação matadeiro de férias de dia a magia em casa na praia o conforto do seu escritório na ilha vem fazer um home office o homem gosta o homem gasta e arrasta e vem pra colmeia que ideia vem pra casa grande vem pra ilha grande vem ser meliante tratante atraente demente da gente vem pras morais legais garantidas e que tal e que tais e a gente se vê por aqui as mais bem sucedidas e gente atraente não tente meu pet ele mente e me sabe ele rói ele ruça ele dói ele fuça e morde tudo quanto é canto um encanto o gatinho no ninho nem se levanta meu vem meu bem meu dengo meu pingo meu pango meu mel o meu canto é com limão irmão meu herói meu lindão meu ladrão fico aqui que não dói vem o boy pode ser legal mas é bem banal é letal é venal é viral não faz mal nacional patronal que legal é a tal de ideação de ação atração da nação essa guerra não essa guerra não a guerra não o susto insólito o custo o surf a sova a criança destroçada a mãe morta desgraçada na calçada a mão mata e sai sai sai meus senhores que as dores são podres a síncope a sístole o sumo o resumo do rumo e vai vai vai doutores o meu ameaça me caça meu parça um momento e se não aguento e me lavo em lágrimas na lagoa há um tempo me aceito me dou um abraço eu faço eu faço eu faço terapia há um monte de meme que diz que não come quem não quer ele quer é mulher e consome só que não só que não só que não é padrão solução viajão a lição o busão e é só resgatar um cão: um cãozinho serzinho fraquinho doente ele foi da gente e que foi do bando abusado e demente assim abandonado e carente incidente doente de tão maltratado o coitado é levado não seja culpado ele é inocente arretado ele é frágil fazê-lo patrão e dar uma lição dar amor e feijão e amá-lo e tratá-lo e criá-lo um cão um burguês safado patrão ah nunca anestesiado os filhos dos brancos estão ao lado eles bebem nos bares dos altos é gente de bens é bem zen é que tem o meu analista tem e dizem dizem falam falam a lei do falo a minha psicóloga a minha análise a minha droga o meu terapeuta meu coach um icneuta há suspeita de carne na receita ela é ela e todo mundo aproveita é atrás é no prazo é a terapeuta e qualquer alma é um coach é coach é coaxo é como? é o que eu acho que é home theater é home office é home how good to be home não homem não vice só vice e não visse é vice e não viste que horror que horror que horror seu doutor é um golpe sou mestre em letras cancela então a entrega então e vela e sela e trinca a tranca de trinta mil danças de boas maneiras edita e medita medita medita e nem dita mais a regra da boa notícia ela é dela é de dez reais são virais são anais são crianças são dez mil crianças mortas aflitas soldados armados meditas? meditas? são os desarmados estão desalmados coitados os tortos tarados assim os assados os lados os prados a pessoa tem o direito de calar para não se complicar para não processar e ateia fogo em cima de si o soldado palestino atira não atino mais eu vejo o cais os tais maiorais os continentais e tem mais o lino o lauro o dino o saulo o sino na frente do consolo se consola no consulado de israel em washington as pílulas pulam de mão em mão do burguês ao cão é carão apartamentão é padrão a vista invista o patrão é o nó tó-ió-ió é o pó da oposição a nação tó-ió-ió que nada me disseram que não vem que não tem e tem pão quem que disse tá aí a zero é a lina bo bardi e o lero lero o quero-quero que quero-quero é um pássaro e disse que disse que me disse que me disse que diz que das vinte mil opa trinta mil pessoas que morreram nas bombas dez mil são crianças da mó do óh do borogodó do bah do bilhar e da bulha entulha a mente da gente a rede social nem tente não dá é a bulha o bilhar o cisco e o risco é o rio da bulha é o bombardeio é a unha pra mim é a cova da curva do cativeiro o recheio é o meio é a última eu juro quem paga a conta é a coach a coach a split splat no flat a coca a cloaca massima a mosca é o combo do molho da onça é o mijo o muro eu juro eu juro a jura a dura a pura a píton a prata era jararaca a jandira na mira a miragem a joia a joaca a jura e a mula a manceba e a treda e a truda e a treta e a greta o muco o rico o russo a cruzeta albina e a isca arisca o micróbio no muro a micrurus o muso e a chefa da festa é a réstia da óstia dos restos da festa e é ela é ela é ela é é ela a dona a duna a bronca a burra a poeta a puta atleta a teta e olha trouxeram mais um chope ela está de aniversário a musa que susto o otário o otávio o navio e o suco do falatório é o oratório do suspensório e o uso ó os óio dela a jandira na mira da dura dura um tó de tó-ió-ió de toró olha o céu olha o olho o mel o toró e a tora e o molho da hora do tó-ióió ólhó-ela de moio de tocaia e o fogo de fornalha olha o alho o esgoto o salário do gato do gosto da grota e da gota e da greta do mato olha o tato olha o tato olha o tato e o olho do esgoto na boca de lobo e na rua a promessa de um tombo da atleta é na palestina a poeta a mina a preta a parruda a mãe o murro a mira miçanga a manga a zanga a amiga mirrada e a rua coitada ela chora sobre o solado enrolado e grita tu viu o vídeo varou as imagens mostram o momento exato da queda do raio no galho e o fogo o rogo o gozo o gajo queima queima queima queima e enverga todos os galhos uma angústia assola os desavisados atrás dos prédios pulsa o mundo a mina e o murro é guerra em todos os lados e aterra o saco de terra e o torto arado é quem berra é o baixo o bixo a bunda e o galho é o grume e a grua é de frente pro mar é o suco e a surra é o rato no mato escorado no fato é barata barata barata nessa marquise doutor sou um morador de rua e que grita: que horror! que horror! que arredio o navio e os fatos as fotos os patos e posso os encapuzados as facas e os socos e os pontapés os manés e os torsos em torno por todos os lados acorrem cuidado que já mataram quatro que horror! grita um morador é de rua é a lua dormindo sozinha na grua e no chão o pão o patrão o tesão o salário o senão o saguão do sumo do urro e as caravelas portuguesas o porto e as tesas das ventas das velas apura que caem os cílios postiços os inços do mato e o salto o salão grita não o sambão é patrão o saltão sapatão você fez a lição você faz terapia? ninguém acredita que foi processado as crianças mortas por todos os lados e jogam e jazem e choram e nadam nos ombros vermelhos escombros e ogros na parede não na parede não a parede de um hospital e que tal a enfermeira ela é paranormal é parteira já ficou pra tia todo mundo passa fome de ressaca ninguém come e o sol se some com o musgo e o mijo e o vinho e a vulva e o visgo e a vida dos prédios das pontes das pedras das trufas as paredes nelas as mirradas mijadas a lama da última enchente já foi removida com rodo entre os ombros da gente a louça ficou por lavar invente o que procurar o crente mente e nada é da gente nada é garantido garanto é produzido na china ela é china ela é china ela é a chinoca gostosa atrevida da vida e é divertido não é colorido é demente essa vida já vai acabar a guarida vai dar e dançam até cansar na fé do meu mar de amansar a maré almoçar compra um que que é compra para me ajudar a inteirar a passagem miragem para o paraíso é o riso e já vi produzi um pisco um cisco um prumo presse precipício um prazo olha só o artifício um maço um vídeo um vinho um vício ardi sem saber caí dele sem querer vi a última farmácia aberta na certa havia muita couve e ouve couve e manjericão cocaína não cocaína não assim não assim não assim ninguém passou a mão passeou de mãos dadas com o leão foi na contramão com o cão o poeta a retreta e a meca e a treta e o sol do poente poejo e carqueja ele medra ela beija ela mente ela mente ela tá em depressão e por isso não quer o padrão o litrão o latão e a gente atraente que aguente é fumaça nas fuças nas bocas as broncas as musas as brocas as fusas e mastigam o fumo até pelas orelhas promessas e telhas telhados do centro o prédio e o prumo do humo por dentro um hospício e a fúria da fuga desse furacão e o fogo o fungo o incenso o ministro do ignispício essa não e o vento vento vento vento e a duna um momento é a depressão afim não tem tornado quadrado o toldo o arado e a trova e a trena e a prova uma pena a sereia no soco do suco do urro que urra e morre e mirra e morde e mira a guerra por todos os lados a arte o artista o quadrado corre mas de boca cheia a garganta inflada da fada a sereia de pedras de nada e ninguém quis saber do corpo do calendário o salário do corvo um otário esse moço e a musa ainda de aniversário o pilsen não não compensa você faz terapia? que pílula você daria para um acionista da indústria armamentícia? cabelos crespos óculos escuros escreva a mão devagar não não escreva nada me paga um furo de faca em casa em cada pingo de chuva chove chove sem parar e se chove chove chove chove e o papel molhou moça me ajudou ela ainda me paga apagou bloqueou moça ajuda aqui quem dá aos pobres grada a deus a deus a deus a deusa deu deu deu a dona que ela deu deu deu lhe dê em dobro em dobro em dobra é a meta em dobro que se desdobra é a obra em dobro e dobra a reta não compensa pensa dona em dublin e não com meta meta a meta na reta e dobra redobra desdobra a obra em dobro no ombro o ogro é quem diz que viu ela dobra a cobra da rede de ré de sobra moça mais um chope?

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

O pilsen não compensa § 2


o meu nome é paulo,

eu moro na rua moro aqui ao lado eu não sou daqui mas aqui é meu lugar já morri já caí e fiquei cinco na cadeia eu não sou ladrão tive redução já vou explicar foi por causa da leitura eu moro na rua mas lido é com história é a lua é a lua é a boa memória eu fui solto e na hora eu já vim pra cá vim pra ver o mar vim pra ver o cruz e sousa eu vim trabalhar numa construção uma obra um prédio um bloco padrão por aqui uma cobra uma obra uma obra eu sou amador sou o professor domador o doutor sou animador eu amo esse lugar nunca fui pro mar hoje eu sou griô sou akpalô sou doutor das ruas e todos me chamam de professor eu não sou doutor todo mundo me chama de professor sou akpalô e não tem caô sou griô sou griô sou griô das ruas amo as minhas duas um guri moderno o griô decerto o guri da grua, dou aula na rua nos bares quer ver? quem que pode me dizer o nome dessa rua? e é por quê? quem pode responder o nome dessa praça? muito bem muito bem é a praça XV e a aula é de graça mas aquela que dá nome ao seu túnel é quem? quem é ela? quem é ela? muito bem! era antonieta a primeira preta deputada do brasil e quem era o puto o bruto o dito ditador o branco estúrdio astuto o doutor o dono do brasil que deu nome pra cidade? por favor por favor não me levem a mal que eu não faço arte eu prefiro o sal o nome dessa ilha do deserto do desterro é aterro é aterro é aterro e mais é mais é mais bonito antes tarde que mais tarde foi um circo aflito o aterro um engano em setenta e cinco era ilha do deserto essa terra é da magia olha que legal e não tem igual já vão ver que santa era um ermo e mal é o mal é o mal mais a mais o sal mas o ogro de agora já não compensa e de santa não tem santa não tem santa klaus a magia quem não dança esse carnaval aqui fica lotado para os blocos afro não tem nada não quem não dança segura o pé da criança ela anda mal coliforme fecal a tal embruxada coitada não é nada não é nada e não tem igual é até banal bactéria fungo artéria coral não me leve a mal você sabe a fossa a farsa a fuça a farda e no fundo da praça e qual o episódio agora me refiro? aquele e aquela da escola por que tá fechada? era antonieta e a sede era aqui do museu da arte, sabe? não sabe? da arte moderna era aqui, jura? era sim, não tem? não tem? tem não. quem não vê não vem, vem que não vê não tem, tem tem, não tem? museu de arte moderna, não sabia? não sabia? nunca abriu, ó a brisa: era um ditador um pintor e morava aqui sim por favor por favor qual é o nome dessa rua muito bem rua victor meirelles alguém pode me dizer alguém sabe responder ao doutor das ruas o que foi que ele pintou o que foi que ele pintou? a primeira missa no brasil, moça! muito bem, muito bem, o professor das ruas agradece e quem era aquela era a bela era bela era a bela morta um retrato dos mais famosos uma obra um corpo sem vida era a arte a época a parte é a lida e vejam a morta aquela era ela era ela era ela é aquela porta foi ele quem pintou aqui ele morou as cinzas do poeta estão ali mas o corpo transportou foi no rio que ele morreu e quem foi que agradeceu foi aqui que ele nasceu o cruz o cruz o cruz e sousa é só o nome do palácio o laço da cidade ele não teve ele nasceu e cresceu ele pintou a primeira missa no brasil e fudeu tá fechado desde abril desde abril tão numa obra podem ver esse tapume cuidado com o estrume agora pela obra é um casarão a cobra bem bonito ali dentro eu não entro a cadeia sim a cadeia não aqui era sim a casa de correção era câmara e cadeia! dizem que o imperador o dito doutor ledor subiu essas escadas para ver um vereador o dom pedro II quando veio visitar falou mal desse lugar por causa dos gritos dos gritos dos pretos dos presos aflitos na cadeia é o museu de florianópolis tem que vir de dia venham que dá sorte sete giros ao redor venham ver a figueira centenária venha aqui que de dia há muito não abria venham visitar esse é um bom lugar pra se aprender história aqui antes era o mar ali era o lugar o pilar do miramar quem que sabe quem que sabe mirar mar? alguém pode me dizer alguém sabe responder por que é que fecharam esse bar? miramar miramar miramar todo mundo tem saudade do seu lugar todo mundo vai amar miramar miramar miramar todo mundo tomou parte floriano fez a arte de matar e de matar e de matar é de matar a estátua tá mijada podrida cagada pintada suada arrombada fodida calada cuspida por quê? era um ditador foi um traidor quem quer conhecer a história? a aula é de graça não tem graça moça aqui era um rio era o rio um rio de moças um rio um rio os escravizados traziam as fezes e ficavam marcados adoentados as ostras todas tão depuradas recatadas e do lar não é nada do lugar quer cagar quer mijar quem quer conhecer o mar quem quer conhecer a história? vai quem quer vai quem quer vai quem quer uma praia aqui era a praia uma praia uma praia sim sou griô era um belo banheiro um banheiro doutor vejam bem que belo e inteiro é bem tombado cercado cuidado e olha pro lado que tem cinzeiro a estátua cagada e o banheiro inteiro eles conservaram eles que cuidaram bem do banheiro da figueira da praça da igreja e do grito da grua a sereia é a chuva chovendo choveranda e os ratos na praça já viram? é ratão e comigo não é comigo não é comigo não que ele é vigiado eu sou o doutor das ruas cuidado quem pode me dizer quem é que vai saber o que tinha no mira, no miramar, meu amor? um teatro sim muito bem doutor! eu li muito na prisão eu estava em cana essa arte urbana a cultura ganha a cultura negra ela é mais bacana ela é bela ela é bela aquela era antonieta eu li tudo em cana foi o cruz e sousa e a onça quem me chamou lá no meu barraco ele entrou no barraco no barraco no barraco eu sobrevivi foi que eu comecei a ler eu pude aprender eu estive em cana eu li ouvi me vi me virei estudei concentrei aprovei obtive redução redução de pena uma vaga não uma vaga não uma vaga não mas que pena que não tem mais livros sobre antonieta muito bem quem que tem um cigarro pra mim? uma cana tou afim me siga por favor enfim ali era o fim dessa zona urbana e era aqui o cemitério e ali era o necrotério e os urros os murros a dita ditadura era aqui a surra a dura apura que tem gente que soube que ouviu o mistério até hoje as bruxas as bruxas e os berros os urros os murros nelas das almas penadas coitadas sofridas da cadeia um troco um trocado eu amo o passado eu li no barraco mas nunca aprovei estudei estudei e nunca aprovei sou doutor nas tretas eu sou amador sou doutor em letras eu sou o griô o griô da grua o que sei eu saí da prisão temos aula sim temos permissão para ler o que dizem foi então o rio da bulha eram lavadeiras armadeiras poetas atletas corretas elas fazem fila fazem feira uma festa as bruxas a lua é a lua é a lua uma reunião era aqui era ali toda ilha era a prisão era a casa de patrão desterro não é de correção visse não visse aqui é o patrão sei não sei não não sei não alguém pode me dizer alguém sabe responder como era o nome dele? francolino na pintura está escrito o apito com o destino dessa ilha dessa ilha dessa ilha embruxada coitada explorada ele dizia que na casa da memória tem o nome dele é franklin cascais e tem mais ele dizia olha o mar olha a bruxa olha o mar olha a bruxa olha olha era aqui era fora daqui era o pelourinho vai e vem não demora vem os home vem os home vem os home e agora é aqui era aqui era o horizonte hoje é plenarinho onde era o pelourinho? não sei se foi aqui ou foi por ali conta o causo por favor esse centro é um fedor muito belo aqui era o castelo fizeram a mansão alguém pode me dizer alguém sabe responder por que é que a rua é curva? era um rio era um rio era o rio da bulha um rio era assim um passeio um fim um jardim uma vaca era chácara aqui era a chácara do espanha fazenda pomar ela ganha ela ganha ela ganha mais dois reais se disser quais eram os tais de oficiais? sim era a guerra dos farrapos dos trapos dos sacos dos fracos dos tacos a guerra é grume seu griô negrume não faz guerra não não faz guerra não não faz guerra não não faz guerra nessa terra não tem guerra não tem guerra não só pastel de berbigão e porção de camarão e a praia e o patrão seu floriano ditador amizade professor amizade com os trapos os trocos os tacos os moucos os poucos da ilha fazem amizade é com a quadrilha e os farroupilhas nem são daqui e por isso a ilha não é ilha não é ilha não é ilha não é ilha santa catarina nem desterro é o preço que se paga numa brahma numa brava numa mole numa barra é um porre essa terra teve guerra teve guerra teve guerra sim era a confusão amanhã vai ser maior e queimaram o busão e bateram e mataram e disseram não era a rua da graça era um nome sem praça era um corvo um zorro uma garça da grua ela é curva assim há um rio enfim soterrado cuidado cuidado surucucu e curtume cagado e fedia pra todo lado tem caninana tem cobra e aranha a cobra preta a cobra é boa qual é a treta é quem come as outras a peçonhenta a aranha armadeira é armada me ganha favor me acompanhem vejam esse lago os escravizados com as manchas na pele traziam as fezes as fezes dos ricos e jogavam vertiam lavavam no rio só moravam de um lado o griô moderno já está cansado a senhora sabe por que essa escola se chama assim? eu não erro sim era antonieta muito bem de barros de boi o que foi o que foi eu já vou embora era o boi de mamão era boi uma ova era o cacumbi catumbi tem zumbi é maracatu o cacumbi era tudo aqui hoje abandonada hoje assassinada hoje sim é o fim era alada a musa engraçada é o mesmo número o túnel a asa e aposto moço que não sabe pronto que não sabe tonto que não sabe não sabe a primeira preta do brasil isso mesmo muito bem foi antonieta e o rio era aqui nesse paredão mija não mija não mija não onde estão os ricos ficavam pra cá para lá os pobres os prédios esnobes são o paredão é moderno é eterno esse quarteirão era então aqui o futuro de toda a nação proteção quem é que aguenta era nos 50 e tenta quem aguenta tou cansado o passado desenhou os jardins foi burle marx já pensou enfim um pra mim um pra mim um pra mim foi de hassis o mosaico o desenho o traço esses arcos da praça xv a figueira os jardins do palácio de burle marx são os braços da figueira os tais de abraços não são de karl marx engraçado os mosaicos de hassis são inteiros na praça que arteiros o banheiro virou tudo canteiro os de burle marx nem existem mais destruídos e traídos os de burle marx hoje todos destroçados destronados destratados destruídos os maridos tão cansados e os tais de iguais já vais já vais tou cansada a asa a promessa já passa e que massa sim largados enfim hoje bem largados às traças aos ratos um momento era um estacionamento nos jardins sim o desenho enfim motorista modernista o artista destruído traído um demônio esse seu prefeito é o jeito é o jeito já vamos tá empobrecido o pobre fedido o marido foi o hassis o hassis quem desenhou sou griô aprecio sou professor é a grua o povo da rua me diz professor pra inteirar uma passagem oh por favor ser doutor o meu sonho é ser doutor não comporta aposto que não sabem escrevia versos que não vem já passou por ali já vou por aqui eu vou no banheiro no século passado a primeira deputada do brasil era a preta doutora era antonieta era professora como assim podem ver a escola uma esmola uma esmola é abandonada e não custa nada está atrasada o prédio dela é a obra a dobra a curva da grua a praça a dobra da sua um rio debaixo do prédio o remédio é a fé a prisão é a procissão do senhor dos passos eu gosto eu posso o passado um abraço o senhor dos passos é famoso é gostoso e derrete na boca a mijada a calçada uma obra danada a gente não aguenta mais tanto gás tanto gás tanto gás pimenta e as ameaças de quem nos sustenta a gentrificação o patrão o meu nome é paulo sou sem profissão eu aguento eu vago eu gosto é de ler e de trago mas que estrago mas só pude aprender na prisão não tem não não tem tenho curso recurso nem teto nem uso só li na prisão sou outro negrão há um rio debaixo do seu sapato todo cagado mijado podrido fedido entupido de tipos os mais variados suado meu sal de cristal arrozal de soja embornal boipeba boipega boipeba boi e soja boi e soja boi e soja boi de mamão curupira boi sucupira e coral de verdade e da falsa a balsa não tinha era boi que boiava a boiada levava de lá para cá foi em 32 que botaram ponte eduardo dias pintou a ponte sem luz só tração de boi de boipeba e pega nas pedras aqui o passeio é com regras um rio poluído assim sujo assim sim assim sim tó-ió-ió tou afim uma cana um cigarro e levavam as cargas uma caninana e jogavam no rio da bulha olha só aqui é mais frio mas eu gosto cobertos de manchas na pele os pretos traziam as fezes é o fim dessa zona urbana isso aqui fedia era merda eu lia e o miramar era aqui um chato o teatro uma triple tem tem não tem gin me espera moço o meu nome é paulo eu sou professor não tem pão piadina não eu sou professor não tem pão patrão uma diva ali, mais que musa uma diva uma deusa uma dura ali por favor eu sou professor um trocado um troco um salgado um pão um patrão um bailão um dragão então não tem pão um momento um abraço moça me dá um abraço moça que bom tem pão que bom tem pão com ovo uma piadina um atrolho lá embaixo eles mijam não posso nem ver tem tem tem pão que bom não tem pão minha sina é ser só um preto e um pobre eu queria ser professor sou griô sim senhor e tem mais lá vem temporal pro meu aluguel já me passa o sal já me paga o mel estou querendo inteirar um hot-dog um cigarro já passou o carro por aqui já passou já passou uma piadina choveu já passou mas não digo eles molham o piso e a piadina é pra mandar a gente embora chama gentrificação uma porcaria uma poesia choveu é é é mulher é é é pois é mulher é é é é é é e hoje é mulher é antonieta era aqui o nome dela ela era preta e aqui a escola dela eu queria dar aulas também pra ela era ela era ela a musa a diva uma inspiração glorificação um orgulho para todas as mulheres

 

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Em pdf.

domingo, 29 de dezembro de 2024

Do que vem

Dediquei boa parte do ano de 2024 à escrita de um poema em 12 partes, que partiu do mote "O pilsen não compensa" e foi se desdobrando. Segue, abaixo, a primeira parte, talvez não muito confortável de ler nessa interface, mas certamente mais publicável no blog do que nas redes, pela sua extensão. Minha intenção, já que esse texto foi composto cantado e cantofalado, é produzir um podcast em 12 episódios. 

Cada parte foi pensada como um "parágrafo", o menor de 1 página de arquivo word e o mais longo de 8. O texto integral contém 45 páginas de word, e foi uma coincidência bonita, para mim, pois a idade que possuo ao escrevê-lo é a mesma da extensão final, como se fosse 1 página para cada ano vivido até aqui.

E ele é meu marcador de águas. Tanto pelo esforço compositivo, o mergulho nos ritmos, o exercício da percussão vocal aplicado à criação poética, quanto pelas referências que trabalhei. Algumas partes são mais explicitamente alegóricas, outras menos. Há trechos apropriados de conversas ouvidas, mas também (mais à frente) de vozes da internet. Mas não quero adiantar muito do que vem, apenas anunciar que ele vem e, claro, compartilhar esse trabalho, que exigiu dedicação, atenção, empenho e, em certo sentido, está só começando.



o pilsen não compensa | depuração das ostras | acidentes ofídicos | nomes vulgares | as corujas dançam |


estou encostando meu delicado ombro na roda        

ginsberg/trad.willer        
§1

o pilsen não compensa,

esses corpos sem foco se roçam em todos os espaços e passo a passo eles suam eles sabem eles alçam eles tramam eles tocam eles já passaram por aqui eles pisam nas poças e querem e fedem e somam as onças e passam e pedem e podem pular por todos os lados e mijam e mijam e mijam e fazem fedores e fundem-se afundam no fundo das flores das praças no mijo de pilsen e pingam e mijam e tornam tudo abismado escapante podrido fedido mirrado suado o pilsen já não compensa o mijo já não compensa a parede não a parede não na parede não a parede não pensa o cheiro do muro o apuro na praça se doura do mijo e o riso já não compensa o pilsen não compensa e mentem micrurus e tremem e tramam e amam e dizem nada com nada não não dizem nada com nada com nada não e abafam o bafo das ostras e tudo resta e tudo sobra e tudo jorra e tudo arreda e nada esporra e nada presta nada do que dizem resta e a pressa a remessa se arrasta na rapidez que se sustenta e que passa é a sucessão que lhes falta aguenta a gente é agente é a gente atraente que lhes falta tente prove atente um pouco do meu pilsen não posso tenho pressa passam passam já passou foi o mijo que mirrou o derramado no solado e vai e vem pra todo lado esse já foi e volta à casa pelo sapato o tapete enfim destronado no mijo derramado não compensa é a sucessão que lhes falta a ação sem cansaço o sono um mormaço já passaram por aqui e hoje não posso, moço, apenas três reais uma boa noite a musa está de aniversário! um brinde um mijo um mundo muito engraçado um riso micrurus pra todo lado a foto o fato um clique pro outro lago não posso e mais um pilsen não posso é para a musa não posso tenta me dá um trocado um pedaço um cigarro um cigarro foi a musa foi o maço compra compra para me ajudar pode comparar o lixo não compensa o lanche não compensa não compensa todos tão contentes todos tão distantes todos vão avante aguante doors vamos ao levante alguém cospe na testa do cartaz alguém passa já passou já passou as eleições é sem paz o som o cuspe a prefeitura no chão ganhou a copa perdeu as eleições é uma bosta é o passo do povo é o pilsen, o litrão, o povo e o patrão, os novos ricos o rim e o riso o pilsen o pilsen o pilsen não compensa pensa num gin por favor um gin tônica não tem porque não tem tônica um gin sem tônica por favor um gin suave um gin com gelo ou um rum tem rum tem rum tem rumo tem coca-cola tem grumo tem cola tem rola cagaram tudo ganharam a copa tem cuca a cloaca a sucessão que lhes falta o foco o rum a rua não posso não posso não passo não posso nem pensar vou comparar um mel quartel anel da cobra a micrurus tomo com mel tomo mel tomo com limão tomo com limão o patrão o mal o litrão o rum não, não compro porque não posso passo porque passo porque posso porque penso e posso e passo o laço o moço o maço e logo não há mais um só no cais acabou o pão não nunca acaba o patrão só mais um litrão posso pagar umas fritas não flerta não pega não fica não liga não pensa não passa não põe a mão não compensa a fresta da festa não pensa no pilsen passa não pensa passa passa com pressa o passo o passado já foi o pós fato pós ato pós tudo o pós fulo pós fim do mundo põe a unha põe a faca no cansaço o fosfato e o fácil está escrito ato fato fundo fátuo está escrito trago o trago o seu amor de volta faço como tantos ladrões litrões e traço, toma tento toma tempo olha toma tudo um momento não faça o que faço, olha a mina olha a mira e mija mija mija mija e anda e mais mijo se levanta na parede aguante doors levante por nós avante vamos ao aniversário da musa, apura o passo, escorre pelos lados aos borbotões as bordas os botões há um lago no fio da fuga a calçada a unha da praça do passado o passo dos ladrões os patrões me vê dois fósforos por favor por favor não faça isso meu amor não passa não posso já passaram por aqui eu passo esse cuspe porque posso eu já comprei compre para me ajudar três reais eu tenho uma passagem pra inteirar uma cobra a sucuri aqui surucucu do pantanal veja a boipeba pega pega mal para me ajudar estamos tentando inteirar uma passagem para portugal esse é face leste e é tudo igual é tudo ilegal construção ilegal na calçada na praia na duna se aguente em frente o pilsen não compensa aguante doors é indiferente a arte à parte o artista a vista é leve invista em dobro e visto que não sou vista e dobre o dobro para me ajudar apenas três reais você quer comprar você já conhece o bar? leve para me ajudar boipeba ela nada não tem veneno leia leve voa e sonha vamos viajar quem leu nesse lugar ninguém nunca quer falar sobre a morte, clarice, os capas-pretas a peçonha a mediunidade a cobra não venha para esses lados e dobra o dobro da sucuri a surucucu já está aqui a caninana mora no telhado tem rato pra todo lado nem vem estou vendendo para me inteirar eu vou viajar as trufas para pagar as minhas mágicas hoje não posso, moço, compra compra surucucu e atum muito obrigada tem de coco tem de rum compra uma pra mim tem de leite condensado e cuidado tou afim tem atum no lanche a luz é linda avante o lanche o ninho ao lado bem do lado o bom do bom do bom-bocado o abraço o anel o papelão o mel não o mel não o mel não molhou o anúncio do litrão o patrão não, que bom, a criança não, que bom, hoje não tem pão, quer comprar um bombom, patrão? hoje tá pra mim, ela está afim, para me ajudar hoje eu vou ficar mais um pouquinho um tiquinho quero o leite ninho e rum a mágica é pagar a lua dá um negócio dá medo desse lugar ela é coberta com uma calda de açúcar derrete na boca é a musa da lua mas fede essa calçada cagaram por aqui vou limpar a sua mesa me dá um cigarro toma o fogo tem campari então um campari aqui tem campari acho que tem conhaque olha aquele cara de cavanhaque olha o fogo olha a fúria olha o peso não compensa olha a bênção bendiz que bem o que bem o que bem que diz que me disse que diz quem é bêbedo e bebe ao travo se atreve e vive e bem que se diz que me disse que diz quem me diz quem é ela é ela é ela é a bêbada e bebe e bendiz canta bem canta bem que se quis e foi pra paris não me diz o que bebe e bebe bem é boa a trufa pega pega pega pega pereba boipeba ameba no mijo tem trinos e ratos tem cacos aqui e a cobra é crioula a cobra coral verdadeira e a falsa ela é falsa ela é falsa ela é falsa ela é falsa ela faz e de sobra a cobra compensa ela traz doença ela troça assim tropeça assim ela troca assim o troco da trova por um pilsen assim não compensa a musa abusa a micrurus a sucuri surucucu e cascavel um guri que não é daqui não foi nada não quem nunca o splitch splath a musa e caiu o copo no chão aqui só molhou o patrão o litrão o tesão foi um pouco só molhou os pés só molhou o chão o litrão o prumo o patrão é o prumo que lhes falta dá à alta uma surra ela abusa ela é bela ela urra e faz falta ela faz falta molhou aqui molhou alguém molhou o chão me olhou quem te olhou um pouquinho e passou eles passam não pensam e tentam e traçam nem pensa que vergonha se me perguntam já sei já passaram por aqui o pilsen não compensa que vergonha já pagaram para mim a minha conta e me chamaram o uber o taxi o turno já acabou já apagaram o muro o rum o murro a promessa e o urro eu empurro promete que leva a senhora agora ela é falsa ela é foice e marmelo ela é melro e apronta ela esquece ela honra ela é musa e abusa ela abisma na cisma e relaxa ela acha que ao travo se atreve e pronto quem sabe e conhece quem é fulano é fulana? hoje não, não posso, moço, vieram por aqui já vi vou ali vou num pilsen da promoção atenção atenção vamos viajar temos pressa vamos vamos já vamos nessa olha a mala olha a vala olha a vila olha a cor do carro olha a praça lá vem o uber o taxi o turno e lá vem o carro e lá vem o cuspe escarro como vai a função hoje tem movimento o pastel é de vento parece uma piadina uma pluma a menina tem pressa vai nessa não nega que nada no vale na vila no valo para ver o cão não não não vai para cuba vai para cubatão e não tenho não tou tou sem pão não tem não o lanche acabou posso fazer umas fritas a fruta não pensam no grão a mulher não a carne compensa o peixe não pensa o pilsen não não compensa ao trago se atreve e tem prumo me deve olha a promoção é dois por um é dois por um é dois por um real pede um gin que tal um pra mim gin com gelo pede assim suave sorve não arde com gelo compensa uma ipa nem pensa não posso uma stout não tem mas vem toma igual tem sal tem sauer tem ostra tem rock rumo roquefort da fraca e da forte tem veg tem cogumelos faltou o pão não tem atum não não não tem outro que tal um boçal compra para me ajudar não posso, moço, apenas três reais tem para o bar o outro o outro já passou não é leve é ostra da ostra da outra não não não não é legal o lanche não compensa mas é integral vegano mundano o dano é o tal do cano puxa a descarga tem fila tem filme tem fossa desterro tem erro ele vem mais cedo ele já vem ele já foi ele não veio hoje e vem vem vindo o vinho não compensa na promoção vai chover não vai não vai não vai acho que não sai não vai ver eu já vi me ajuda aqui compra uma juba jujuba uma musa para me ajudar já vai passar já estou com fome pedindo uma ajuda para me inteirar o meu prazo vai vencer a passagem pode arder pode ser pode crer uma batata frita pode ser batata frita pode ser um pastel a minha é com mel com mel e limão de queijo ou de atum mas de carne não e com pão não tem camarão berbigão não tem um cupim um pra mim um pra mim um tradicional então tem atum tem queijo e tem blumenau um para mim não chega só chega e beija um de queijo não o de queijo não não quero compensa um de pera o de pera não não espera não gosto de gorgonzola olha o gol uma ova uma blumenau que tal que tal que tal a birosca a brisa uma bosta uma artesanal uma piadina pra mim faz mal a linguiça de blumenau uma de abobrinha faz um pra mim e traz um pra mina comigo é assim me traz uma pinga é assim vegano é insano e se foi também um engano ela é minha amiga aqui tem um gin mais gin com coca um lanche uma loja uma esmola uma sauer sim uma rima sim uma crua uma frau uma blumenau assim com limão que mal tem que mal tem tem sal que tal tequila com sal e limão um litrão não tem só tem de abobrinha é de queijo a minha um pra mim não chega nem o cheiro e veja ele beija mal ela que é a tal ela é falsa ela é falsa ela é falsa coral é você a famosa a gostosa a real a musa que abusa um pra mim ela usa ela usa e abusa ela passa mal a musa ele e o outro e também o outro do outro do outro do outro do outro que ela comeu e comeu e tiau e a ostra que tal com limão faz mal com limão faz mal não faz mal não faz mal não faz mal um limão na ostra e a pera apronta me espera um cigarro um cigarro um cigarro e já era o maço e nem me conta ela apronta e já foi o maço foi o moço foi o mundo foi um sarro olha aqui o mormaço a mulher passou pela sucuri a mulher nadou é surucucu a mulher cunhou a mulher mudou e não tou legal não sei se nadou se afundou se matou se tragou ao travo se atreve essa lebre me paga me pega me cega me pede e apronta uma puta uma ponta e se tinha perigo amigo compensa compensa compensa olha o pilsen compensa é passado ele pede ele pode ele pensa ele já passou já nadou no lado o malhado a mó se molhou suado que segue molhado ela não ela é falsa e olhou pro lado e já fui já foi já estou com fome o safado no soco tá ali vira aqui vai no sonho não uma trufa não um bombom uma bala baiana uma dança uma bisca uma transa sua não uma surra não uma musa não urra compensa esse já passou por aqui cunhou virou voou vibrou desviou de uma aranha voou a barata não mata não mata a barata brota e pede vinho e vodca e então limão o gin não compensa paga-me um rio um riso um risolis de atum pode ser de brócolis um ovo empanado cozido assado o salgado o gado ali do lado paga por favor a passagem por favor a viagem por favor o aluguel um lanchinho faz ninho e agora a grua o groove o el niño a parede não na parede não a parede não pensa aramado o armado esse prédio é armado é abaixo o bicho o bucho coitado não o queijo não, não chega, alvará, um pra mim não dá não chega e agora chega que já tá na hora já vai fechar e não vai faltar tem o vinho só vinte só vinte o caminho faz falta ela não faz pouco já fiz então pra fechar o patrão pra chegar a cozinha o arroz vai fechar vai fechar todo o mundo vai dar o turno a urna a furna a fossa vai embaçar vai acabar boipeba surucucu coral verdadeira e da falsa já vai fechar é maneira de dizer já vai nascer a jararaca a juba a joaca a jujuba vai ser um pilsen e traz o sal a sauer não tem sempre o pão não sobrou um só se for atum só se for litrão não faz mal não o que lhes falta é o foco e o gozo e a flauta é só o osso e a pauta e a puta olha a puta de novo estou aqui pra fechar o bar para flechar o ar a cozinha já tá limpa já vou fechar olha o alvará olha o alvorecer que vai ser que vai ser que vai ser uma coca olha já fechou quer entrar entrou ela já passou quem quer uma saideira? todas tão dispersas e pensas e tensas não se sai inteira agora baixam as grades quem sai quem entra só sai se sabe só sai se entra e se sai apanha os guardas ganham se suicida a sucuri não sabe sabe que não sabe não era sucuri era boipeba boipeba do pantanal era a píton pinte lute e tal e a arte e à parte parte para o outro bar para casa não vai para casa não não vai não vai não vai não vai não a vidraça a gente agradece e a grade agreste ela é bela ela é ela ela é dela e erra e agrada a graça ela berra que a grade já tá fechada ela tá armada ela não é nada ela é desalmada e não custa nada pra casa não, para a casa nunca pra praça para a praça para a praça agora me paga uma cobra um lanche uma obra apaga e dobra e me pega e me paga um pão não tem pão o dogão vai até à uma e já estou com fome só se for sem pão por favor me ajuda eu estou com fome ó os home ó os home ó os home ó os home eu vou por ali segue por aqui falta três reais pro dogão não para a praça não para a taça a taça a taça na mão tou com a taça na mão não não não acredito vomito aflito parede não na parede não então mija mija mija mija que não tem pressa já passaram por aqui por aqui promessa não traçam me dá um troço um osso um fosso um posso não posso mijar eu vou vomitar então vem nem vem nem vem vem que tem todas tão dispersas não pensam não partem não ardem e pronto pegou nas pernas nas próprias pernas as piranhas há doenças nelas não pensam não podem não fodem não pagam os postes impostos não posso posso porque pago ou não posso hoje não posso não posso já passou por aqui já pago um chope o pilsen na promoção compensa um pilsen ela pensa e pode e paga e fode e pensa um pilsen o pilsen compensa compensa pensa como fode e como pede e como olha e como molha e fede a barata fede a cloaca segue no mijo imunda e funda a fossa a festa aqui já passou era esta já passou já mijou quem mijou já pensou quem é ela é aquela é ela é ela a das fotos é é é ela é quem é a formosa a famosa a gostosa a gosma não gosto do gosto da grua a grua engorda a grua acorda a grua a ogra a rua a ostra agora ela é gorda ela gosta ela é gorgonzola ela passa ela já passou já gozou já pensou uma triple e tem? tem triple? tem tem tem essa aqui black ipa guri não tem tem gin, neném, tem gin! é aquela ali está sentada aqui ela está de aniversário já pegou um otário e já vai embora ela aqui uma stout agora ela gosta daqui a dois metros daqui há dois dias dias dois dias se tanto e já vou embora vou pro meu canto e é tudo a musa é encanto não tem um tempo um ponto um plano um canto pra mim tem um canto pra mim um quarto assim um flat uma quitinete é quanto é a promoção dois por um dois por um dois por um real e o teu nome que tal tá no calendário quanto é o salário não dá já foi já passaram por aqui já passaram os porcos já possuem alvará jararaca não dá tem peçonha na fronha pixaram amaram cunharam curaram aos poucos na rua o seu cpf não vou discutir não me espere em casa eu já vou partir me espere agora o meu rg que demora é a hora agora me paga um pf é em dobro com água bem forte um xote e vamos dançar e vamos vamos pagar pega o nome agora que é ela é é é sim é ela ela sim é a falsa cuidado com a alça olha a mala olha a vista invista de frente pro mar com a brisa o lugar ideal para a tal tem da mole e da brava mas diga não diga não diga o golpe estou sem sorte eu já fui no forte estou viva agora a ilha aguarde agora olha os guardas não não olha o patrão o sal o feijão não tem cpf o seu cpf o pf o seu celular tem ninguém pra olhar nesse lugar não tem alvará um pf não dá não dá não dá mostre o celular não apressa o passo não tenha medo eu não tenho tempo cruza a calçada é de nada o medo e que não compensa eu já vi

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