finalmente brigam, se discordam, finalmente destoam suas cordas de baixo acústico por toda a zoeira da sala. são tão mente-e-corpo que é difícil separá-los dessa marra desse ranço dessa destinação na qual a poeira e as plumas formam a nuvem-gelo, o gelo-seco do combate entre a dor e umas acácias que, no meio do caminho, perturbam o olhar do homem sem orelha. enquanto as saudades roxa e branca perturbam o olfato do homem sem retina. são aglomeros, são gonzos circundantes, são pequenos objetos arremessados na memória: o bilhete, a moedinha preferida, a máscara para respirar e as anotações. finalmente param, desligam-se, ficam lúgubres e lugares: são agora estátua renascida do oceano, alga e musgo sobre as faces.
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sábado, 25 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
conchita canta, conchita cofia as barbas do senhor fidélix. conchita é a mulher barbada, a drag queen, queen of europe, a que é e a que não é, ela canta o que vê no escuro, o urro o murro o morro e a masmorra onde se chega só tirando os saltos, no final da noite. é lá que se esconde a boite, o bom de viver que os engravatados divergem se devem dividir com a mesa posta ou se fica para postre depois do desperdício.
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